O novo livro de Davino Ribeiro de Sena é mais que poesia: o autor se vale sim do rigor da composição e da métrica, das rimas e sonoridades internas, mas sempre usando essa precisão e talento de artífice para contar (em verso, mas com fluência de prosa), a cada texto, uma boa história. Não é à toa que Ternura da água, como os romances de ficção, seja dividido em capítulos – o que já modula de início o tom da leitura.


Tramas epistêmicas e ambientais
A duas mãos
Cadernos de alguma poesia 
