Obra embasada em extensa pesquisa, Viver em rede se estrutura em três eixos: uma concepção da Modernidade inspirada na teoria social da dádiva de Marcel Mauss e distinta das teorias sociais clássicas (Durkheim, Marx e Weber); uma análise das redes sociais como relacionamentos que conjugam consumo e dádiva; uma proposta política de “democracia compartilhativa” para uma sociedade convivente. Tomando o movimento de junho de 2013 como momento no qual o tema da sociedade em rede emergiu como luta por uma sociedade democrática no Brasil, a obra também apresenta algumas de suas facetas, inclusive através de imagens do fotojornalista Rafael Wallace.
Viver em rede
as formas emergentes da dádiva
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