“O Império é o café. E o café é o Vale”. O dito já circulava no século XIX, e essa ideia de que a região do Vale do Paraíba e de suas áreas adjacentes nas províncias do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, organizadas em torno da escravidão, da grande propriedade rural, da produção e exportação do café, foram centrais na conformação socioeconômica, política e cultural do Império do Brasil, perpassa todos os capítulos de O Vale do Paraíba e o Império do Brasil: nos quadros da Segunda Escravidão.
A obra é um importante ponto de chegada para quem estuda a história do Brasil e, ao mesmo tempo, um ponto de partida para novas pesquisas e interpretações da escravidão e seu papel na ascensão e queda do Império do Brasil, assim como do papel do Vale do Paraíba no século XIX brasileiro.
O Vale do Paraíba e o Império do Brasil nos quadros da Segunda Escravidão
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Nenhum nome onde morar
Cadernos de alguma poesia
Grito em praça vazia
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Danação
Corvos contra a noite
Murmúrios
Pulvis
O mar que restou nos olhos
Ciclopes e medusas
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Reversor
Vento, vigília
Mulheres de moto pelo mundo
Como impressionar sem fazer esforço
Campos de Carvalho contra a Lógica
Culturas e imaginários
O mais sutil é a queda
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A ordem interior do mundo
Anatomia de uma perda
O desejo de esquecer
Ficções purificadoras e atrozes
Quase música
História, memória, instituições 

