“A palavra já foi valise, chave,
hoje parece uma drágea
de estricnina.
Confeito de amêndoas,
comprimido amassado,
na papila na glote
tem ardor de pastilha.
Uma coisa que alivia
que limpa o pigarro,
que ora se apaga,
ora se aviva.
Ilude como a névoa do cigarro,
e mata apesar do hálito
de placebo.”


História, memória, instituições
1922
Dos artefatos e das margens
Temas da sociologia contemporânea
Crítica de poesia
Ninguém bebe minério
Espaço, corpo e tempo
Burguesia e trabalho
Inclusive, aliás
Literatura de mulherzinha
Regra e exceção
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Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
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A noite belga
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Nas frestas das fendas 

