Lançado em 2006, A fila sem fim dos demônios descontentes apresentou ao Brasil uma poeta surpreendente em sua capacidade de aliar referências e batidas de ritmo pop com rigor e profundidade. Nada aqui é gratuito, exceto a gratuidade da própria vida. A fila sem fim dos demônios descontentes é uma estreia de quem veio para ficar.
Com delicadeza e fluência, Bruna Beber cria imagens cotidianas, irônicas e musicais em que o trivial, o banal, é sacudido pelo inesperado, pela quebra de ritmo e expectativa. A paisagem da cidade em movimento é capturada por uma lente que enxerga a beleza poética do ínfimo, do casual, do instante que não vai se repetir e que tem nessa impermanência a sua força.


Sapatos de culpa
Numa nada dada situação
Cinema, literatura e filosofia
Uma só mão não basta para escrever
Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
Teoria do fim da arte
Etnobiografia
O mar que restou nos olhos
Desigualdades interdependentes e geopolítica do conhecimento
Filosofia e gênero
Nenhum nome onde morar
Filosofia e saúde
Celebrando a pátria amada
Do poema nasce o poeta
Pedaço de mim
O autista e seus objetos
Machado de Assis
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Natureza humana 2
Governo Vargas: um projeto de nação
A casa invisível
Cadernos de alguma poesia 

