Em A mesa branca, Ana Teresa Jardim anula as conveções que regem os nossos relacionamentos e ensaia um passo novo a cada conto, falando com grande talento sobre a esperança de salvação e transformação em horas de violência; da civilidade e da possibilidade de se viver paralelamente à miséria: uma espécie de saudosismo a um tempo de delicadeza que nunca existiu.


O menor amor do mundo
Leitura e formação do leitor
O movimento queremista e a democratização de 1945
Contos estranhos
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Espaço, corpo e tempo
O morse desse corpo
A memória é uma boneca russa
Pulvis
Carona é uma coisa muito íntima 

