O cotidiano veloz da cidade passa como um caleidoscópio: cartazes, ruídos, multidões, trânsito, greves e roubos se confundem e se embaralham. Na linguagem de Rafael Gutiérrez, as entrelinhas pulsam, deixando expostas as sensações e referências que nos atravessam. Apesar do caos, o autor é capaz de construir um apocalipse inerte, que passa despercebido pelo horário comercial do mundo. Gutiérrez captura com sensibilidade e maestria este movimento pendular entre ferocidade e vulnerabilidade em nosso dia a dia.


Didática
Numa nada dada situação
Para que suas lágrimas parem de jorrar
Hermenêutica da existência em Cervantes e Dostoiévski
O tempo amansa / a gente
Tartamudo
Educação do corpo e escolarização de atletas
Pesquisa sobre política, currículo e cotidiano escolar
Territórios socioambientais em construção na Amazônia brasileira
Leitura e formação do leitor
O autista e seus objetos
O mar que restou nos olhos
Confabulações
O futuro da infância e outros escritos
Contos estranhos
Ciclopes e medusas
Nas frestas das fendas
Poesia reunida
Grito em praça vazia 

