O cotidiano veloz da cidade passa como um caleidoscópio: cartazes, ruídos, multidões, trânsito, greves e roubos se confundem e se embaralham. Na linguagem de Rafael Gutiérrez, as entrelinhas pulsam, deixando expostas as sensações e referências que nos atravessam. Apesar do caos, o autor é capaz de construir um apocalipse inerte, que passa despercebido pelo horário comercial do mundo. Gutiérrez captura com sensibilidade e maestria este movimento pendular entre ferocidade e vulnerabilidade em nosso dia a dia.


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Max Martins em colóquio
Murmúrios
Criando caso todo dia
Vento, vigília
Mulheres de moto pelo mundo
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Como impressionar sem fazer esforço
Pesquisa histórica e história do esporte
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Tradução e psicanálise
O movimento queremista e a democratização de 1945
Pessoas em movimento
Regra e exceção
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Corvos contra a noite
Esporte, cultura, nação, Estado
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Nas frestas das fendas
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Pedaço de mim
Danação 

