A poesia de Heyk Pimenta é feita de paisagens urbanas, ao mesmo tempo velozes e em trânsito: mas dentro e por trás do ferro e do concreto, em cada construção, o que se desenrola diante dos olhos do leitor é na verdade uma paisagem íntima, secreta, nômade e sensível, feita das emoções mais sutis – perfeita tradução poética de nossa contemporaneidade intensa e volátil.


"Babilônia 2000" visto por
O mar que restou nos olhos
"Volta Redonda, memorial da greve" visto por
História(s) do Sport
Viagem de Lorelei na Terra da Poesia
A queda
Hooliganismo e Copa de 2014
Grito em praça vazia 

