Em Abismos ordinários, Catherine Millot apresenta uma obra tão singular quanto desafiadora. É um livro que escapa às categorias convencionais, flertando com a fronteira do indefinível: caleidoscópio literário, mergulho filosófico, jornada autobiográfica, exploração analítica, e, ao mesmo tempo, algo que transcende todas essas definições.
No posfácio, Sonia Leite enfatiza a relevância da obra: “é preciso sinalizar a importância da tradução desse trabalho para a língua portuguesa. Leitura fundamental, não apenas para os psicanalistas, mas para toda e qualquer pessoa sensível capaz de ser capturada pelos enigmas que compõem uma escrita que insiste na busca de um dizer verdadeiro, a partir dos diálogos construídos com a arte e a literatura.”
Abismos ordinários nos convida a desbravar os intricados labirintos da mente humana numa jornada transformadora. Catherine Millot nos brinda com uma obra que estimula a exploração das complexidades de nossa própria existência, permitindo-nos perder e encontrar a nós mesmos nas veredas de sua escrita fascinante.


1922
Comunicação e esporte
Entre o requinte e o tribofe
Hooliganismo e Copa de 2014
História do esporte
Jogos de contrastes
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
As linguagens do futebol em Moçambique
Pesquisa histórica e história do esporte
Educação do corpo e escolarização de atletas
Olho no lance
A era do sono
O vento gira em torno de si
A memória é uma boneca russa
A invenção do amor
Cárcere privado
Vera Ballroom
Algum Lugar
Corpo em combate, cenas de uma vida
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Estrada do Excelsior
A Criação Original
Com Ferenczi 

