“Lorena Martins é uma colecionadora de guarda-chuvas, ela veste o tecido umbroso para recolher as sombras. Seu livro é um traçado de pequenas fugas masculinas e hesitações femininas, meditando sobre a difícil pontualidade que é o amor. Mostra a diferença entre sentir muito e dizer ‘sinto muito’.” (Fabrício Carpinejar)


Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Uma estrada toda sua
"Pervivências" do arcaico
Cadernos de alguma poesia
Visita à oficina
Poemas para morder a parede
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Estou viva
Da capo al fine 

