Híbrido entre novela e romance, ‘Anágua’s narra a história de Jandira, mesclando metáforas ligadas ao título para ir homeopaticamente descortinando a intimidade de sua personagem. Peças já aposentadas da moda cotidiana feminina, juntamente com os corpetes e espartilhos, as anáguas retornam neste livro de Emílio Guimarães. Fugindo dos moldes ‘urbanos de narrar’, o autor volta às raízes (vale do Jequitinhonha), situando sua história num cenário psicologicamente desértico. A anima da narrativa desta obra assim também se sintetiza – an-água, a não água, a privação da vida, o deserto.


O menor amor do mundo
Leitura e formação do leitor
O movimento queremista e a democratização de 1945
Contos estranhos
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Espaço, corpo e tempo
O morse desse corpo
A memória é uma boneca russa
Pulvis
Corvos contra a noite
Pedaço de mim
De todas as únicas maneiras
Cadernos de alguma poesia
Pelos poros
Cárcere privado 

