Ângela

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A partir de um desaparecimento tão concreto quanto inexplicável, Ângela mergulha em algo profundo: o território da ausência. O que significa perder alguém sem explicação? Como reorganizar a própria existência quando aquilo que parecia sólido simplesmente se dissolve? E, mais ainda, como continuar quando a resposta não vem? Como viver essa espécie de luto sem ter visto o corpo?

Silvio de Barros nos fala de ausências que não chegam com explicação, nem com despedida e muito menos com sentido.

A partir de um desaparecimento abrupto, o romance se expande para além do enredo imediato e entra em um território mais incômodo: o daquilo que não se resolve. Como se reconstrói a realidade quando alguém simplesmente deixa de estar? Como sustentar o próprio corpo, a própria história quando o outro, que era referência, apoio, horizonte, se dissolve sem deixar vestígios?

Com uma escrita que alterna delicadeza e tensão, o livro constrói um percurso emocional preciso, em que o cotidiano nunca é apenas cenário, mas parte ativa do drama. Personagens que surgem no caminho, como Antônia, são pontos de apoio frágeis, porém decisivos em meio ao desmoronamento. Barros nos conforta com um respiro em meio ao caos, lembrando que, mesmo nas experiências mais solitárias,
há encontros que nos sustentam.

A escrita  de Barros constrói esse percurso com uma precisão quase cinematográfica, alternando tensão, silêncio e pequenas observações do cotidiano que ampliam o impacto emocional. Sem recorrer
a respostas fáceis, Ângela propõe uma travessia sensível por temas como abandono, maternidade, violência e reconstrução.

O autor nos mostra o que muitas pessoas precisam ver: a difícil, porém não impossível (porque é, sob muitas perspectivas, inevitável), tarefa de reinventar-se a partir do vazio.

Elika Takimoto

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Selo

Em estoque

ISBN: 9786559057283
Sinopse

A partir de um desaparecimento tão concreto quanto inexplicável, Ângela mergulha em algo profundo: o território da ausência. O que significa perder alguém sem explicação? Como reorganizar a própria existência quando aquilo que parecia sólido simplesmente se dissolve? E, mais ainda, como continuar quando a resposta não vem? Como viver essa espécie de luto sem ter visto o corpo?

Silvio de Barros nos fala de ausências que não chegam com explicação, nem com despedida e muito menos com sentido.

A partir de um desaparecimento abrupto, o romance se expande para além do enredo imediato e entra em um território mais incômodo: o daquilo que não se resolve. Como se reconstrói a realidade quando alguém simplesmente deixa de estar? Como sustentar o próprio corpo, a própria história quando o outro, que era referência, apoio, horizonte, se dissolve sem deixar vestígios?

Com uma escrita que alterna delicadeza e tensão, o livro constrói um percurso emocional preciso, em que o cotidiano nunca é apenas cenário, mas parte ativa do drama. Personagens que surgem no caminho, como Antônia, são pontos de apoio frágeis, porém decisivos em meio ao desmoronamento. Barros nos conforta com um respiro em meio ao caos, lembrando que, mesmo nas experiências mais solitárias,
há encontros que nos sustentam.

A escrita  de Barros constrói esse percurso com uma precisão quase cinematográfica, alternando tensão, silêncio e pequenas observações do cotidiano que ampliam o impacto emocional. Sem recorrer
a respostas fáceis, Ângela propõe uma travessia sensível por temas como abandono, maternidade, violência e reconstrução.

O autor nos mostra o que muitas pessoas precisam ver: a difícil, porém não impossível (porque é, sob muitas perspectivas, inevitável), tarefa de reinventar-se a partir do vazio.

Elika Takimoto