Em Antologia Cosmopolita, Oleg Almeida confirma todo o seu talento poético e linguístico, reunindo um conjunto de poemas que abarcam o mundo, transitando por línguas como o russo, o francês e o português. Seus versos percorrem paisagens portenhas, rapsódias outonais, noites americanas, destacando-se numa pena hábil que equilibra técnica, erudição e lirismo.


Parados e peripatéticos
Murmúrios
Cadernos de alguma poesia
Ciclopes e medusas
Grito em praça vazia
Beco da vida
Hermenêutica da existência em Cervantes e Dostoiévski
Reversor
Rita
Vento, vigília
Fraquezas humanas
Tradução, arquivos, políticas
A desordem das inscrições
Estou viva
O tempo amansa / a gente
Estrada do Excelsior
O morse desse corpo
Sophia: singular plural
Nenhum nome onde morar
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
"Pervivências" do arcaico
Ritual e performance
A cidade inexistente
Etnobiografia
Antologia poética 

