Quanto mais o tempo passa, mais a poesia de Elizabeth Gontijo se apura, aproximando-se da “leveza” de Italo Calvino – uma subtração do peso do mundo, atravessada pelo ardor da paixão. Em versos curtos, sua obra articula natureza e linguagem numa espécie de “ecologia do desejo”, unindo o visível e o invisível com forte densidade semântica.


Estrada do Excelsior
Nenhum nome onde morar 

