Quando Maria tinha dois anos e, pela primeira vez, pronunciou a palavra “amanhã”, Manolo correu para registrar o momento em um curto poema. Esta reação tornou-se hábito, e as pequenas e singelas obras estão aqui reunidas, como num retrato passo a passo do crescimento de Maria.


Eu, Jeremias
A casa invisível
Da capo al fine
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O mar que restou nos olhos
Nenhum nome onde morar
Hakim, o geômetra e suas aventuras
Algum Lugar
A cidade inexistente
Estou viva
Como não agradar as mulheres
Quase música
Danação
O desejo de esquecer
Estrada do Excelsior
Translinguismo e poéticas do contemporâneo 

