Duas jovens brasileiras vivem em pequenas propriedades rurais no norte da Tailândia, trabalhando em troca de estadia. “O que lemos é o diário de Júlia, que fala de Joana, desse amor que rebenta na estação seca e continua a respirar, transformado, à chegada das chuvas.” (Mariana Ianelli). A novela narra, além de uma iniciação ao amor, a iniciação a uma nova realidade em que as velhas noções já não servem. Atualizando a tradição dos diários de viagem, o livro flerta com Coração das trevas e herda de O amante o tempo das iniciações: terno, assombroso. Deriva de um ímpeto corporal: escrever a partir do que fortalece. E investiga hipóteses radicais: habitar desejos estrangeiros.


A paixão mortal de Paulo
O vento gira em torno de si
Uma história para o futuro
Arquivo contemporâneo
Uma história à margem – segunda edição
Cromos neon
Corpo em combate, cenas de uma vida
O autista e seus objetos
Para alguma coisa servem os amigos
Mudança de plano
Era preciso um caminho
Antologia poética
Vento, vigília
Cena, dramaturgia e arquitetura
O médico e o barqueiro e outros contos
Um vermelho não é um vermelho
Mulheres de moto pelo mundo
Tchau, crachá
Esquina da minha rua 

