Duas jovens brasileiras vivem em pequenas propriedades rurais no norte da Tailândia, trabalhando em troca de estadia. “O que lemos é o diário de Júlia, que fala de Joana, desse amor que rebenta na estação seca e continua a respirar, transformado, à chegada das chuvas.” (Mariana Ianelli). A novela narra, além de uma iniciação ao amor, a iniciação a uma nova realidade em que as velhas noções já não servem. Atualizando a tradição dos diários de viagem, o livro flerta com Coração das trevas e herda de O amante o tempo das iniciações: terno, assombroso. Deriva de um ímpeto corporal: escrever a partir do que fortalece. E investiga hipóteses radicais: habitar desejos estrangeiros.


Balada de uma retina sul-americana
Arquitetura do sim
O baixo contínuo no Brasil 1751-1851
Um Flamengo grande, um Brasil maior
JLG
A bordo do Clementina e depois
Antiroad 

