A arte como matéria-prima e personagem: na voz do poeta, imagens e sons tomam forma em nossa imaginação como se estivéssemos diante do quadro, no ateliê do artista, ou como se ouvíssemos surdos uma nova sinfonia. No jogo de luzes e ângulos, por entre as linhas tortas do que talvez não caiba nas palavras, o autor recorre àqueles princípios físicos e matemáticos que ajudam a inexplicar o mundo, como uma incerteza sobre quantas vidas ocultas pode ter um gato. Com o talento de tocar em temas profundos com simplicidade e sensibilidade, Alexandre Rodrigues da Costa traz uma obra original e se reafirma como um dos grandes nomes de nossa poesia.


O desejo de esquecer
Nenhum nome onde morar
O tempo amansa / a gente
Estrada do Excelsior
O menor amor do mundo
Realismo, realismos
A filosofia natural e experimental na Inglaterra do século XVIII
Tartamudo
O vento gira em torno de si
Cartas trocadas
Outro (& outras)
Mulheres de moto pelo mundo
Estou viva 

