Ler o livro Carinhoso, de Ana Carolina Assis, é como receber um cartão do Dia dos Namorados todo perfumado, ou como acordar com um carro de som na porta do seu prédio, tocando Raça Negra, enfeitado de balões em formato de corações. Pode parecer careta, mas no fundo o coração saltita elétrico. Do primeiro amor até o começo de outro, os versos vão repousando no peito de quem lê. Por vezes, dentro dos ônibus; por outras, no forró de uma feira. E é entre os amores, sejam quais forem e como forem, que lemos e relemos – porque amar também pode ser um livro.


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Trânsitos e deslocamentos teatrais: Da Itália à américa latina
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Grito em praça vazia 

