É no chão inquieto que se move a poesia de Pedro Rocha um chão de terra suja, sob as sarjetas douradas do Leblon, de asfalto molhado, onde ferventa o som de pneu, esse chão terra negra, terreno ultrafértil da poesia. Uma poesia performance, falada, vivida e sentida com todos os sentidos.


Raízes partidas
Numa nada dada situação
Espiral: contos e vertigens
Bravos companheiros
Reversor
Carona é uma coisa muito íntima
Ciclopes e medusas
Fraquezas humanas
Grito em praça vazia
O fim do Brasil 

