Conjugando seu trabalho de poeta e artista plástica, Leila Danziger apresenta em seu novo livro um diálogo entre palavra e imagem que abre espaço para vários sentidos. Entre a memória e a atualidade, os textos e fotos compõem uma espécie de suíte quase musical, e tratam com sensibilidade tanto dos acontecimentos recentes do país e do planeta quanto da própria (e íntima) experiência emocional de transitar no mundo de hoje, em meio ao medo, ao silêncio e ao isolamento. Partindo das cenas de um Rio de Janeiro vívido – vivido e imaginado, tanto passado como futuro e presente –, Cinelândia é uma dessas obras de múltiplas leituras, que a gente revisita muitas vezes para sempre descobrir nela alguma novidade, alguma epifania, como só as obras de arte são capazes de fazer.


Heptacular
Vera Ballroom
Bela Lugosi no ateliê de Kandinski
Visões da Independência no pensamento político brasileiro
O vento gira em torno de si
A paixão mortal de Paulo
Dentro da luz estrangeira
O absoluto
Cadernos de alguma poesia 

