Nos instigantes microcontos de Marcelo Pagliosa, muito do que é dito está além das palavras, nas entrelinhas exploradas habilmente pelo autor. Como assinalado por Marcelino Freire, o leitor “vira cúmplice”, “parceiro autoral” da obra; quanto a esse estilo, completa: “o melhor dos contos curtos é o fim. Porque é aí que os contos começam. […] O que falta a gente inventa”.


No domínio de Suã
Um Flamengo grande, um Brasil maior
Max Martins em colóquio
Esporte, cultura, nação, Estado
Crítica de poesia
Da capo al fine
Educação do corpo e escolarização de atletas
Culturas e imaginários
Vigário Geral
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
História do esporte
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Contos estranhos
História de vocês
Cadernos de alguma poesia
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Nenhum nome onde morar
Um vermelho não é um vermelho
Pedaço de mim
Pulvis
Para pensar
Grito em praça vazia
Mulheres de moto pelo mundo 

