Nos instigantes microcontos de Marcelo Pagliosa, muito do que é dito está além das palavras, nas entrelinhas exploradas habilmente pelo autor. Como assinalado por Marcelino Freire, o leitor “vira cúmplice”, “parceiro autoral” da obra; quanto a esse estilo, completa: “o melhor dos contos curtos é o fim. Porque é aí que os contos começam. […] O que falta a gente inventa”.


No domínio de Suã
Um Flamengo grande, um Brasil maior
Max Martins em colóquio
Murmúrios
Criando caso todo dia
Vento, vigília
Mulheres de moto pelo mundo
Etnobiografia
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
O menor amor do mundo
Como impressionar sem fazer esforço
Pesquisa histórica e história do esporte
Vera Ballroom
Contos contidos
Tradução e psicanálise
O movimento queremista e a democratização de 1945
Pessoas em movimento
Regra e exceção
As linguagens do futebol em Moçambique
Corvos contra a noite
Esporte, cultura, nação, Estado
Cadernos de alguma poesia
Nas frestas das fendas
O caos preclaro
O morse desse corpo
Pedaço de mim
Danação
Contos estranhos 

