É na quietude que descubro minha essência. Meus pensamentos se libertam, se exorcizam, entrando em total diálogo com o silêncio. Nestes momentos, sinto alegrias, tristezas, desenganos, desvendando verdadeiros mistérios, alojados no interior da minha alma. O silêncio transformou-se em meu fiel amigo e singular analista. Ele realmente tem um peso diferente e um valor relevante em minha vida.


Hakim, o geômetra e suas aventuras
Vento, vigília
Nenhum nome onde morar
O assassinato da rosa
O mar que restou nos olhos
Poemas para morder a parede 

