É na quietude que descubro minha essência. Meus pensamentos se libertam, se exorcizam, entrando em total diálogo com o silêncio. Nestes momentos, sinto alegrias, tristezas, desenganos, desvendando verdadeiros mistérios, alojados no interior da minha alma. O silêncio transformou-se em meu fiel amigo e singular analista. Ele realmente tem um peso diferente e um valor relevante em minha vida.


Motus perpetuo
A casa invisível
O chamado da vida
Corvos contra a noite
A bordo do Clementina e depois
O assassinato da rosa
Pulvis
O mais sutil é a queda
O mar que restou nos olhos
Corpo em combate, cenas de uma vida
O tempo amansa / a gente
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Da capo al fine 

