Brincando com os limites da linguagem, partindo de uma experimentação literária composta de fragmentos, cartas, poemas e imagens, Tátia Rangel constrói uma obra absolutamente original, entrelaçando estórias e conceitos na busca desse corpo sem órgãos – que remete às ideias de Antonin Artaud e dialoga com Gilles Deleuze e Félix Guattari para elaborar, por meio de várias camadas narrativas, a cartografia de um pensamento que mapeia literariamente o devir e o desejo.


Estou viva
O que faço é música
Dançando sobre escombros
Arquitetura do sim
Figuraças
"Pervivências" do arcaico
Corvos contra a noite
Teatro da espera
Outro (& outras)
Esquina da minha rua
No limite da palavra
Pássaros pretos
Jogo de linguagem e a ética ferencziana 

