Brincando com os limites da linguagem, partindo de uma experimentação literária composta de fragmentos, cartas, poemas e imagens, Tátia Rangel constrói uma obra absolutamente original, entrelaçando estórias e conceitos na busca desse corpo sem órgãos – que remete às ideias de Antonin Artaud e dialoga com Gilles Deleuze e Félix Guattari para elaborar, por meio de várias camadas narrativas, a cartografia de um pensamento que mapeia literariamente o devir e o desejo.


Entre pedaços e camadas
Sodoma
Talvez nós dois tenhamos pensado na mesma pessoa
Caminhos do hispanismo
Histórias do bom Deus
Estrada do Excelsior
Trabalhos jurídicos
Max Martins em colóquio
A tradição viva em cena
Dos artefatos e das margens
A ordem interior do mundo
Machado de Assis
Com Ferenczi 

