Brincando com os limites da linguagem, partindo de uma experimentação literária composta de fragmentos, cartas, poemas e imagens, Tátia Rangel constrói uma obra absolutamente original, entrelaçando estórias e conceitos na busca desse corpo sem órgãos – que remete às ideias de Antonin Artaud e dialoga com Gilles Deleuze e Félix Guattari para elaborar, por meio de várias camadas narrativas, a cartografia de um pensamento que mapeia literariamente o devir e o desejo.


Pessoas em movimento
Cinzas do século XX
Histórias do bom Deus
Pedaço de mim
Nas frestas das fendas
O chamado da vida
Grito em praça vazia
Como era fabuloso o meu francês!
Maria das Neves
Com Ferenczi 

