Nesta obra, originalmente a tese de doutorado que Antonio Brasileiro defendeu na UFBG em 1999, o autor evoca Platão, Longino, Horácio, Shelley, Baudelaire, Heidegger e outros mestres seja da filosofia ou da poesia para pensar no papel que esta exerce no mundo de hoje. Com profundidade e um olhar agudo, o também poeta Antonio brasileiro se debruça sobre a questão da “utilidade inútil”da poesia numa época quem que a sua existência e importância é repetidamente questionada.


Quase música
Cadernos de alguma poesia
Arroz e feijão, discos e livros
O que não cabe na boca
Sodoma
O produtor como autor
Max Martins em colóquio
O assassinato da rosa
Poesia reunida
A casa invisível
Sophia: singular plural
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
O fim do Brasil
Corvos contra a noite
O menor amor do mundo
Estou viva
Grito em praça vazia
Pulvis
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
Do poema nasce o poeta
"Pervivências" do arcaico 

