Paula Padilha equilibra força e sutileza em seus versos. Dessa janela, este ponto de partida em potencial, a autora descortina possibilidades, dúvidas, faíscas, luzes, silêncios, ecos, e tantos outros traços que compõem uma obra repleta de intimidade e expressividade.


1922
O fim do Brasil
Arroz e feijão, discos e livros
Governo Vargas: questões regionais e relações interamericanas
Numa nada dada situação 

