“A poesia é uma serpente / que agarro pela cauda. / Se vou pela cabeça, / ela me dá o bote.” Em seu novo livro, Pollyanna Furtado constrói uma atmosfera muito própria, onde habitam cenas em desalinho, solidões de astros, águas turvas, elefantes em isopor azul. Sua escrita é um jogo de sombra e luz que adentra memórias nubladas e confirma o talento da autora, que foi uma das finalistas do Prêmio Jabuti 2018.


Hakim, o geômetra e suas aventuras
O futuro da infância e outros escritos
A cidade inexistente
Danação
Cristóvão, o biógrafo de si mesmo
Cadernos de alguma poesia
Céu, vento, estrelas e poesia
A paixão mortal de Paulo
Corpo em combate, cenas de uma vida
Grito em praça vazia
Sodoma
Da capo al fine
Poesia reunida 

