O olhar arguto do poeta passeia pelo Rio de Janeiro, desvendando suas mazelas sociais, a música oculta nas suas paisagens e a eternidade que mora nos encontros humanos. “Observe atentamente o espaço / geleia de tempo onde o tempo acontece: / alfaiate de estrelas e gente / que do pó primeiro faz seu fio e tece”. Nuno Virgílio Neto flagra a poesia dos universos macro e micro em seu livro de estreia, repleto de referências musicais e literárias em versos de extrema fluência e coloquialidade: para ler e ouvir. Sua sensibilidade ímpar envereda com o leitor por meias-noites estreladas, pelo canto da chuva, por céus iluminados – por toda energia e luz própria dessa eletricaestrela.


Ficção e travessias
Estética em perspectiva
Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
A queda
Mulheres de moto pelo mundo
Ensaios inspirados em ficção científica
O animal do tempo / A inquietude
Nenhum nome onde morar
Livro das sonoridades
Um Flamengo grande, um Brasil maior
Pulvis
Caminhos do hispanismo
Tempo-música, música-tempo
Estou viva
Terra onde frustação dá em árvore sonhar é crime
Parados e peripatéticos
História de vocês
Os domingos são brancos
Nós e os outros
Da dificuldade de nomear a produção do presente
Estrada do Excelsior 
