O olhar arguto do poeta passeia pelo Rio de Janeiro, desvendando suas mazelas sociais, a música oculta nas suas paisagens e a eternidade que mora nos encontros humanos. “Observe atentamente o espaço / geleia de tempo onde o tempo acontece: / alfaiate de estrelas e gente / que do pó primeiro faz seu fio e tece”. Nuno Virgílio Neto flagra a poesia dos universos macro e micro em seu livro de estreia, repleto de referências musicais e literárias em versos de extrema fluência e coloquialidade: para ler e ouvir. Sua sensibilidade ímpar envereda com o leitor por meias-noites estreladas, pelo canto da chuva, por céus iluminados – por toda energia e luz própria dessa eletricaestrela.


Ficção e travessias
Estética em perspectiva
Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
A queda
Mulheres de moto pelo mundo
Ensaios inspirados em ficção científica
O animal do tempo / A inquietude
Nenhum nome onde morar
Cinzas do século XX
O melhor time do mundo – 6a edição
A gaia ciência de James Joyce
Éden
Estão matando os humoristas
Territórios ao Sul
Campos de Carvalho contra a Lógica
O fim do Brasil
O morse desse corpo
O menor amor do mundo
Da capo al fine 
