Fruto da união das composições de dois poetas, Vera Casa Nova e Flávio Boaventura, Elipses surpreende justamente pelas reverberações que essas vozes produzem quando em contato. De um lado, apresentada em um novíssimo léxico, manifesta-se uma intensa busca por novos sons e por uma vívida expressão da experiência sensorial do homem no mundo urbano. De outro, o texto cifrado em staccato confere um ritmo singular a uma poesia de insinuações, de lacunas, que transmite os significados pela elisão dos elementos.


Espiral: contos e vertigens
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
A Tradução como um Outro Original
Poesia reunida
O que faço é música
Da capo al fine
O choro da aranha etc.
O tempo amansa / a gente
Mundo novo
Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
Estou viva
Poemas do Front Civil
Ouro
O mais sutil é a queda
O Último amor
O fim do Brasil
Pedaço de mim
Vento, vigília 

