Dos exerciclos à coreação, passando pelos subterfúgios, pela paideumia e pelo mondo rotondo, a poesia de Geraldo Oliveira Neto abusa da inventividade e do jogo de palavras para criar novos sentidos a cada leitura. Com amplo domínio da língua e da escrita, com um estilo original e único – às vezes ácido, às vezes cítrico, às vezes com o humor lúdico de quem gosta de brincar com o vernáculo –, o poeta que aqui se revela é um daqueles que tem muito a dizer, e ainda vai dar o que falar.


A duas mãos
Pedaço de mim
Estou viva
Cara de cavalo
Estrada do Excelsior
Tartamudo
O médico e o barqueiro e outros contos
Mulheres de moto pelo mundo
Balaio
Poemas para morder a parede 
