Quem é o eu que se exprime na escrita? De quem é a voz que fala na autoficção – a do escritor ou de um Eu imaginado? Qual o sentido de uma escrita que efetua um mergulho do protagonista em si, acionando fragmentos de memória, luto e melancolia? Estas são algumas das questões examinadas em Escritas do eu. Organizada por Ana Maria Lisboa de Mello, a obra se debruça sobre a representação da subjetividade no texto literário, apresentando reflexões teóricas sobre o tema e analisando-o a partir de exemplos da literatura de língua espanhola, brasileira e portuguesa.


A herdeira [Washington Square]
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O mar que restou nos olhos
Nas frestas das fendas
Estou viva
Tramas epistêmicas e ambientais
O mais sutil é a queda
Pedaço de mim
O assassinato da rosa
Espiral: contos e vertigens
A invenção do amor
O morse desse corpo
Tentando entender monterroso
Leitura e formação do leitor
Grito em praça vazia
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea 

