Quem é o eu que se exprime na escrita? De quem é a voz que fala na autoficção – a do escritor ou de um Eu imaginado? Qual o sentido de uma escrita que efetua um mergulho do protagonista em si, acionando fragmentos de memória, luto e melancolia? Estas são algumas das questões examinadas em Escritas do eu. Organizada por Ana Maria Lisboa de Mello, a obra se debruça sobre a representação da subjetividade no texto literário, apresentando reflexões teóricas sobre o tema e analisando-o a partir de exemplos da literatura de língua espanhola, brasileira e portuguesa.


A casa invisível
Dois campos em (des)enlaces
Dicionário dos refugiados do nazifascismo no Brasil
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Poema em Pó
Até segunda ordem não me risque nada 

