Esteio do meio é uma ode à passagem inexorável do tempo, da relevância, beleza e do sopro que a vida é… da importância da solidão e do amor, que parecem antagônicos mas se completam na única saída possível. Pablo Barros sabe traduzir como poucos essa matéria difusa que, tornada palavra, cativa e expande os sentidos na construção de uma poética que fala diretamente ao leitor, quase em tom de conversa. Se a literatura pode ser uma espécie de conversa que se estende no tempo, entre a escrita e a leitura, é na palavra impressa que o tempo se condensa, como neste livro.


Esquina da minha rua
A trajetória de um poeta indigesto
Auto de resistência
Quatro pares de sapatos
O morse desse corpo
Carnaval, ritual e arte
Supertrampo
Raro enigma
Muito prazer
Transformações na linguagem musical contemporânea instrumental e vocal
Danação
A orelha de Holyfield
Nas frestas das fendas 

