Esteio do meio é uma ode à passagem inexorável do tempo, da relevância, beleza e do sopro que a vida é… da importância da solidão e do amor, que parecem antagônicos mas se completam na única saída possível. Pablo Barros sabe traduzir como poucos essa matéria difusa que, tornada palavra, cativa e expande os sentidos na construção de uma poética que fala diretamente ao leitor, quase em tom de conversa. Se a literatura pode ser uma espécie de conversa que se estende no tempo, entre a escrita e a leitura, é na palavra impressa que o tempo se condensa, como neste livro.


O tesouro de Sierra Madre
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Conhecimento escolar e ensino de sociologia
Vento, vigília
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Galeria
Dicionário dos refugiados do nazifascismo no Brasil
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Corvos contra a noite 

