Com a iminência da partida dos filhos para morar no exterior, a Mãe (e narradora) se vê forçada a uma espécie de exílio invertido, enquanto mistura suas futuras saudades às lembranças do passado para criar – no tênue equilíbrio da escrita, única âncora que resta para dar conta das ausências – uma obra de rara beleza, intensa e original. A prosa leve e original de Geny Vilas-Novas extrai uma força palpável das mais profundas emoções humanas: e se traduz na construção dessa bela história, que quase nem parece ficção.


Talvez nós dois tenhamos pensado na mesma pessoa
Para não dizer que não falei de Flora
Finais felizes
Isto não é um documentário
Poesia reunida
Noites que nunca terminam
Era preciso um caminho
E entre esbarrões: experiências clínico-políticas e a casa jangada
Éden
As amarras 

