Em Imagem, violência e memória, Johanna Gondar Hildenbrand e Francisco Ramos de Farias articulam três conceitos fundamentais para compreender a experiência contemporânea. Partindo de uma reflexão sobre a imagem em suas raízes filosóficas e desdobramentos na crítica contemporânea, os autores investigam como a violência não apenas é representada, mas também produzida e perpetuada por meio de narrativas visuais.
O livro examina a complexa relação entre memória e imagem, questionando se esta funciona como um disparador da lembrança ou como uma forma de presentificação do passado. A violência, por sua vez, é analisada para além do fenômeno físico, revelando-se como um excesso que estrutura e desestrutura o social.
Com exemplos que vão do cinema a exposições de corpos plastinados, os autores demonstram como a estetização da dor e a espetacularização do sofrimento nos tornam espectadores – e por vezes cúmplices – de um ciclo de consumo imagético. Mais do que respostas, a obra provoca uma reflexão necessária sobre nosso lugar nesse processo, propondo um diálogo urgente entre diferentes campos do saber. Um convite à consciência crítica sobre o poder das imagens e os limites da representação.


Cadernos de alguma poesia
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Cara de cavalo
O mar que restou nos olhos
Nas frestas das fendas
O chamado da vida
Corpo, substância gozante?
A história dos seios (2a edição)
A casa invisível
Nenhum nome onde morar
Grito em praça vazia
A tradição viva em cena
O autista e seus objetos
Bravos companheiros 

