Numa primeira leitura, Inverno de baunilha encanta pela ternura e delicadeza com que mostra o “casto caso de amor”. Desde o inicio, Venus Brasileira nos adverte: vai dizer do secreto ofício de amar, vai ninar com o abc do amor cortês, com doces, chás e pitadas de bem-querer. Entre mimos musgos e lírios, gardênias, feno e poesia, vai ladrilhando o corpo amado e, sobre a folha branca do papel, inventa o amor.


Grito em praça vazia
A ordem interior do mundo
O tempo amansa / a gente
Cinzas do século XX
Corvos contra a noite
O futuro da infância e outros escritos
História de vocês
O assassinato da rosa
Antologia poética
Teatro e sociedade
O morse desse corpo
A Criação Original
O fim do Brasil
Numa nada dada situação
A duas mãos
A estética funk carioca
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
A invenção do amor
Três faltas e você será foracluído [...]
No limite da palavra
O autista e seus objetos
O som dos anéis de Saturno
Regra e exceção
Nenhum nome onde morar
Cadernos de alguma poesia
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Crítica de poesia
O menor amor do mundo 

