Como no jogo que dá nome ao livro, brincadeira de criança, a escrita de Manoel Ricardo é precisa e afiada. Fala de amor, fala do encontro e da ausência, dialoga com artistas das mais diversas estirpes, e fala da vida: de toda a literatura que cabe nela. Segundo Veronica Stigger, “ao facultar a transformação do eu num outro e, por consequência, a experimentação de novas possibilidades de vida, os atos de escrever e de contar uma história aparecem como atos eminentemente políticos. Talvez por isso o livro se abra não com um prefácio, mas com uma “ameaça”, assinada pelo próprio autor. Nenhuma subversão maior que tornar a vida, de novo, possível.”


Espaço, corpo e tempo
O menor amor do mundo
Pedaço de mim
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Mulheres de moto pelo mundo
Ave, Rosa!
Dos artefatos e das margens
Territórios ao Sul
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
A outra história ![Jogo de varetas [livros de guerra, 2]](https://7letras.com.br/wp-content/uploads/2022/06/jogo-de-varetas-manoel-ricardo-de-lima-7letras.png)

