Como no jogo que dá nome ao livro, brincadeira de criança, a escrita de Manoel Ricardo é precisa e afiada. Fala de amor, fala do encontro e da ausência, dialoga com artistas das mais diversas estirpes, e fala da vida: de toda a literatura que cabe nela. Segundo Veronica Stigger, “ao facultar a transformação do eu num outro e, por consequência, a experimentação de novas possibilidades de vida, os atos de escrever e de contar uma história aparecem como atos eminentemente políticos. Talvez por isso o livro se abra não com um prefácio, mas com uma “ameaça”, assinada pelo próprio autor. Nenhuma subversão maior que tornar a vida, de novo, possível.”


Sapatos de culpa
Numa nada dada situação
Cinema, literatura e filosofia
Uma só mão não basta para escrever
Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
Teoria do fim da arte
Etnobiografia
O mar que restou nos olhos
Desigualdades interdependentes e geopolítica do conhecimento
Filosofia e gênero
Nenhum nome onde morar
Filosofia e saúde
Celebrando a pátria amada
Do poema nasce o poeta
Pedaço de mim
O autista e seus objetos
Machado de Assis
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Natureza humana 2
Governo Vargas: um projeto de nação
A casa invisível
Cadernos de alguma poesia
No domínio de Suã
O vento gira em torno de si
Geografia aérea [livros de guerra, 3] ![Jogo de varetas [livros de guerra, 2]](https://7letras.com.br/wp-content/uploads/2022/06/jogo-de-varetas-manoel-ricardo-de-lima-7letras.png)

