Como no jogo que dá nome ao livro, brincadeira de criança, a escrita de Manoel Ricardo é precisa e afiada. Fala de amor, fala do encontro e da ausência, dialoga com artistas das mais diversas estirpes, e fala da vida: de toda a literatura que cabe nela.


Reversor
Parados e peripatéticos
A cidade inexistente
Histórias do bom Deus
Dinossauro emancipado 

