Lampejo é uma daquelas palavras que traduz com perfeição a poesia de Fernanda Oliveira: em textos curtos de extrema concisão, alguns quase tomando a forma de aforismas, ela expõe e revela seus papéis mais íntimos, suas angústias e anseios, como quem conversa com uma pessoa amiga. São questões humanas, universais, estas que a poeta nos apresenta com tanta clareza e simplicidade, como numa espécie de espelho das nossas próprias ideias que às vezes não temos tempo de elaborar ou de colocar no papel.
| Número de Páginas | |
|---|---|
| Ano | |
| Formato | |
| Edição | |
| Selo |


A cidade como um texto
Contos contidos
Estou viva
Terra onde frustação dá em árvore sonhar é crime
Beco da vida
Pedaço de mim
Numa nada dada situação
Era preciso um caminho
Cadernos de alguma poesia
Da capo al fine
Hakim, o geômetra e suas aventuras
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel 

