Em Pucón, há vulcões que hibernam, silenciosos e invisíveis, como as emoções, que pulsam vivas por debaixo da pele. E que podem nos surpreender a qualquer momento com novas explosões. Nesse cenário, uma escritora descobre uma história de amor que vai muito além dos seus desejos. Gérard, um nome sem rosto, sem laços e sem pátria surge por entre as páginas, sua imagem ganha corpo e voz no interior da própria história. Com delicadeza e pleno domínio da arte de narrar, Claudia Miranda constrói um romance em que a imaginação é mais do que a arma do autor – é um espelho no qual personagem e leitor se fundem e confundem, se (re)descobrem – encontrando-se no tempo próprio da narrativa, tempo-espaço único, a que só a ficção, a arte e o amor podem nos guiar.


A memória é uma boneca russa
Cinzas do século XX
Pedaço de mim
Da capo al fine
Ciclopes e medusas
Grito em praça vazia
Eu, Jeremias
Grande hospital
Desigualdades interdependentes e geopolítica do conhecimento
Placenta: estudos
O fim do Brasil
Machado de Assis
O som dos anéis de Saturno 

