Em Manoel Ama lembrar, Samarone Marinho desenvolve um ensaio sobre a escrita de Manoel de Barros. Com a profundidade e o olhar agudo de pesquisador, aliados a sua sensibilidade natural de poeta, Samarone persegue os percursos que conduziram Manoel à perfeição de seus poemas. Ao longo dessas páginas, somos conduzidos por Samarone a revisitar as paisagens primordiais da infância de Manoel; em outro momento, percorremos as memórias das paisagens geográfico-afetivas do poeta, que se tornam memórias criadoras, tonificando, em imagens poéticas, elementos como rios, insetos, animais, vegetais, quintais, Pantanal. Dessa forma, Samarone Marinho nos revela a importância essencial da memória e da paisagem dentro da poética de Manoel de Barros.


A memória é uma boneca russa
Cinzas do século XX
Pedaço de mim
Da capo al fine
Ciclopes e medusas
Grito em praça vazia
Eu, Jeremias
Grande hospital
Desigualdades interdependentes e geopolítica do conhecimento
Placenta: estudos
O fim do Brasil
A praça do mercado
A casa invisível
Territórios socioambientais em construção na Amazônia brasileira
O menor amor do mundo
Max Martins em colóquio 

