Em Manoel Ama lembrar, Samarone Marinho desenvolve um ensaio sobre a escrita de Manoel de Barros. Com a profundidade e o olhar agudo de pesquisador, aliados a sua sensibilidade natural de poeta, Samarone persegue os percursos que conduziram Manoel à perfeição de seus poemas. Ao longo dessas páginas, somos conduzidos por Samarone a revisitar as paisagens primordiais da infância de Manoel; em outro momento, percorremos as memórias das paisagens geográfico-afetivas do poeta, que se tornam memórias criadoras, tonificando, em imagens poéticas, elementos como rios, insetos, animais, vegetais, quintais, Pantanal. Dessa forma, Samarone Marinho nos revela a importância essencial da memória e da paisagem dentro da poética de Manoel de Barros.


Entre pedaços e camadas
Histórias do bom Deus
Poesia reunida
Viver em rede
Rogério Duprat, arranjos de canção e a sonoplastia tropicalista
Como era fabuloso o meu francês!
Murmúrios
Lições do Tempo
Cinzas do século XX
Como não agradar as mulheres
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
O tempo amansa / a gente
Literatura de mulherzinha
No domínio de Suã
A praça do mercado
Motus perpetuo
Vento, vigília
Governo Vargas: questões regionais e relações interamericanas
Etnobiografia
O chamado da vida
Reversor
A ordem interior do mundo
Combatentes da paz
#Linguísticadeprotestos
A cidade inexistente
Dinossauro emancipado
Poemas para morder a parede
Mulheres de moto pelo mundo
Tartamudo
Da dificuldade de nomear a produção do presente
Batom no dente
Sinais Trocados
Espaço, corpo e tempo 

