”Às vezes / tento descobrir / quem é esse cara / que se passa / por Heitor […]” – assim se apresenta o poeta ao “caro editor”, e por conseguinte ao leitor de seu novo livro: Meu semelhante. A escrita íntima, o olhar sutil sobre o tempo e a cidade, os tantos poetas e poemas que (não) se escondem ao longo dos versos, às vezes trazem um tom de leve ironia que é quase uma piscadela para o leitor, cúmplice desde o título. Sete anos depois do belíssimo “Um a menos”, Heitor Ferraz volta à cena com um livro que reafirma seu trabalho como um dos autores mais importantes da atualidade.


Raízes partidas
Max Martins em colóquio
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Ficção e travessias
O mar que restou nos olhos
O assassinato da rosa
Pedaço de mim
Balaio
Vida poesia tradução
De todas as únicas maneiras
O menor amor do mundo
Entre Brasil e Portugal 

